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segunda-feira, 23 de maio de 2011

O analfabeto político


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O pior analfabeto, é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha
Do aluguel, do sapato e do remédio
Depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que
Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil,
Que da sua ignorância nasce a prostituta,
O menor abandonado,
O assaltante e o pior de todos os bandidos
Que é o político vigarista,
Pilanta, o corrupto e o espoliador
Das empresas nacionais e multinacionais.

Indicado por: Julliany Pinheiro
Aluna da turma 2011 de Ciências Sociais, UFG.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Um fragmento que me fez pensar

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“Tanto aqui, como de resto em todas as coisas sobre as quais procuramos saber, encontra-se uma lógica parecida: quanto mais sabemos mais sabemos o quanto falta saber”.
(ROCHA, Everardo P. Guimarães. O que é etnocentrismo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994, p. 36).

Destacado por: Vera Lúcia Dias da Silva
Aluna da turma 2011, Ciências Sociais, UFG.

domingo, 15 de maio de 2011

Um fragmento que me fez pensar

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“O cúmulo da ingenuidade, por parte de benfeitores ou de representante governamental antropologicamente mal informados, é a suposição de que a simples introdução de um “útil” elemento novo em um grupo particular fará com que ele seja “adotado” nesse grupo. A alguns nunca ocorreu que talvez democracia, cristianismo e ética capitalista não sejam artigos de exportação. Mas, que ainda o fossem, tais idéias estão sujeitas a serem interpretadas de formas diferentes do que o são nos Estados Unidos”. (BOHANNAN, Laura. Shakespeare in the bush. In.: DUNDES, Alan (org.). Every man his way. Readings in Cultural Anthropology). Versão em português disponível aqui.

Indicado por: Natália Nunes Aguiar, aluna da turma 2011, do curso de Ciências Sociais, UFG.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Um fragmento que me fez pensar

“É fato social toda maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior, ou ainda, toda maneira de fazer que é geral na extensão de uma sociedade dada e, ao mesmo tempo, possui uma existência própria, independente de suas manifestações individuais”. (DURKHEIM, Émile. O que é um fato social? In: ___. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1995).

Destacado por: Ana Carolina, aluna da turma 2011, do curso de Ciências Sociais, UFG.

domingo, 1 de maio de 2011

Um fragmento que me fez pensar

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"Algum dia", concluiu o velho homem, ajeitando a sua toga esfarrapada em torno de si, "você deve nos contar mais histórias de sua terra. Nós, que somos mais velhos, as instruiremos em seu verdadeiro sentido, de forma que, quando você voltar à sua própria terra, seus velhos verão que você não esteve ingenuamente no mato, mas sim entre aqueles que sabem coisas e que lhe ensinaram sua sabedoria" (BOHANNAN, Laura. Shakespeare in the bush. In.: DUNDES, Alan (org.). Every man his way. Readings in Cultural Anthropology, p. 24-25. Versão em português disponível aqui.

Lindo texto, não? O recorte acima foi destacado por Kaysmer Wunder, aluna da turma/2011 do curso de Ciências Sociais da UFG, em uma atividade da disciplina Antropologia I. Já a idéia de criar um espaço para publicar trechos de livros que estamos lendo e que consideramos especiais foi da professora Maria Luiza, vice-diretora da Faculdade de Ciências Sociais da UFG, e uma das primeiras seguidoras deste blog. Assim como a Maria Luiza e a Kaysmer, envie você também sugestões e contribuições através do nosso e-mail (ateliefcs.ufg@gmail.com)

Sua participação será sempre festejada!